sexta-feira, 30 de setembro de 2011

...nas reticências.



Há um jeito para cada ato,



Os fatos são marcados pela dura e notável


PERSONALIDADE.


Um misto de persona que emerge no arquétipo


Meu “amigo Jung”, um dia explicou bem o porquê


A sombra desprendida do ser


Padece de não se ater


Nos dias em que coisas acontecem


Ou coincidem aparentar: ser o não ser.


E então o quê!



FAZER? IGNORAR? CENTRAR?AFROFUNDAR...


Não!Esquecer.


O ter do não entender.


Mecanismo de defesa vai saltitar


Entre ela e aquela,a bipolaridade se faz presente.


Amigo bom e decente,Henry


Aceita o dizer, seu proceder no EY


Não desfaz do ser analisar,


Pois fica claro os ensejos


Desejo de atacar,defesa de se pronunciar.


Mas não deve se frustrar.



Feito isso


Compulsivo


Meio esquiso.


Aponta-se o EgossinTônico


Mas não ainda mencionar


Para ela parecerá irônico


Pois não o acha estranho


Freud já dizia:


- A culpa não a pode ter


Que a neura se faz de cada ser


Depende se minha cara se vai nascer


Alguém pagaria para ter


Entre o céu e a terra


Espere a “Babel” aparecer



Ou se “não” irá transparecer outra vez


No psicodrama se achará lamuriando


Por quê?Por quê!


Depois de pensar, tornar-se-á o gesto reprimido


E começará outro ciclo


Será o erro camuflado ou ensaiado....


Aparecer.

Carla R.Souza.



















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