Não sou poetisa e nem pretendo ser. Apenas quero e penso um pouco escrever. Escolhi compartilhar o que milhares de pessoas como eu sentem e pensam. O amor pelas palavras que são o espelho da alma e a janela para o infinito. Expressar é tudo que me move e tudo o que acredito....
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
...nas reticências.
Há um jeito para cada ato,
Os fatos são marcados pela dura e notável
PERSONALIDADE.
Um misto de persona que emerge no arquétipo
Meu “amigo Jung”, um dia explicou bem o porquê
A sombra desprendida do ser
Padece de não se ater
Nos dias em que coisas acontecem
Ou coincidem aparentar: ser o não ser.
E então o quê!
FAZER? IGNORAR? CENTRAR?AFROFUNDAR...
Não!Esquecer.
O ter do não entender.
Mecanismo de defesa vai saltitar
Entre ela e aquela,a bipolaridade se faz presente.
Amigo bom e decente,Henry
Aceita o dizer, seu proceder no EY
Não desfaz do ser analisar,
Pois fica claro os ensejos
Desejo de atacar,defesa de se pronunciar.
Mas não deve se frustrar.
Feito isso
Compulsivo
Meio esquiso.
Aponta-se o EgossinTônico
Mas não ainda mencionar
Para ela parecerá irônico
Pois não o acha estranho
Freud já dizia:
- A culpa não a pode ter
Que a neura se faz de cada ser
Depende se minha cara se vai nascer
Alguém pagaria para ter
Entre o céu e a terra
Espere a “Babel” aparecer
Ou se “não” irá transparecer outra vez
No psicodrama se achará lamuriando
Por quê?Por quê!
Depois de pensar, tornar-se-á o gesto reprimido
E começará outro ciclo
Será o erro camuflado ou ensaiado....
Aparecer.
Carla R.Souza.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Incomensurável
Suspenso em um jardim,carrega assim, a necessidade de viver sem mencionar, o céu a figurar, saluta em mostrar o querer amar...Ah querer ,transborda aquém do que não é compreender...Imensurável é o teu buscar...Imaginar,não,não podes imaginar,o bailar dos rumores que a pétala ao se manisfestar, quando desabrochar,reluz seu amar,orvalho vem namorar seu dia a chegar,imaginar, fica simplesmente a vislumbrar,quando docemente a brisa encosta , és hora de aparecer,majestosa vai exalar seu encantar e poder...
Carla R.Souza
terça-feira, 12 de julho de 2011
É verdade
Que só tenho uma vida;
Que acredito em outra vida;
Que amo flores;
Que não faço social;
Que sou teimosa;
Que vivo intensamente;
Que não me preocupo com o que pensam;
Que não te desejo todo mal ,mas não te quero bem;
Que choro ao ver filme que acaba triste;
Que dispenso opinião na minha vida;
Que amo dançar;
Que ouço música clássica e pego-me a bailar;
Que já quis morrer,
mas nunca me matar;
Que já fiz escolhas erradas,
e nelas acertei em te encontrar;
Que gosto de comprar,porém mais de presentear;
Que sonho acordada;
Que gosto que mexam em meu cabelo;
Que escolho sempre vermelho;
Que gosto de um bom vinho apreciar;
Que só você verdadeiramente sabe como me afagar;
Que vibro quando os que amo conquistam seu lugar;
Que amo intensamente;
Que gosto de conversar, e de escutar;
Que sempre escrevo
e nem sempre revelo o meu pesar;
Que gosto de cavalgar;
Que gosto de desenhar;
Que coleciono bailarinas e anjos me fazem suspirar;
Que sou crítica,mas sei perdoar;
Que me doou profundamente quando me dou;
Que não sou de frescar;
Que como alho e cebola cruas;
Que adoro maracujá;
Que decorar faz parte;
Que não gosto de dividir;
Que às vezes falo sem parar;
Que gosto de me reuniu para um bom conversar;
Que não perco uma reunião de família;
Que confesso minhas gafes;
Que sempre gostei de dançar;
Que sempre que posso,estou a disposição para ajudar;
Que sou enjoada quando a questão é limpar;
Que tive e tenho apelidos,
Que arranho no "fransua";
Que brinco de esconde-esconde;
Que penso sempre antes de começar;
Contudo não me deixo desanimar;
Que tenho vários defeitos;
E nunca quis questionar;
Que não me ligo a rótulos e nem procuro agradar;
Que gosto de gatos mais do que cachorros;
Que sempre que posso tomo banho de chuva;
E que sempre quero melhorar;
Que amo minha familia incondicionalmente;
Que quando estou com raiva nem procuro questionar;
Que sou um quebra cabeça prestes a montar,rs;
Que tenho em muitos quesitos parcela de culpa;
Que agora só ando querendo te beijar;
Que prefiro esclarecer do que barraco aprontar;
Que gosto de escutar;
E também de analisar;
Que felismente tenho minhas verdades;
E não quero conversar;
Que sou magra;
E às vezes queria engordar;
Que como o que quero sem me preocupar em engordar;
Que adoro todo tipo de verduras;
Que gosto de festejar a vida;
Que cultivo amigos;
E que ainda ,tô tentando me encontrar;
Que me ponto de vista pode não agradar;
Que sou meio mimada;
Que nem sempre agrado quando a questão é falar;
Que não gosto quando me analisam tentando ser eu;
E que me pego a pensar;
quando alguém pudi magoar;
Que faço o estilo meu;
Que cuido do que possa me interessar...
Carla R. Souza
A tarde...
Quando chegar, encosta aqui no meu querer,
despreendido do não ser
Aproveita o meu amar,
assim fica perto de mim,ligado por um sim, sempre vou estar lá,
imensamente toca o gostar,
E depende se vai outra vez desprender,
Quando o sol se esconder,
iluminando levemente você,
não deixará nada separar
o mar que vem seus braços envolver
sua face umidecer,
sentindo uma sensação indiscritível,
sorrir e encantar
cada dia iluminar,
ah! que pujante inclinação,
Chega docemente,
toque a corda que embala o coração,
uma única conexão,
plenamente amar
uma única ligação,
que nunca se desfazerá,
Carla R. Souza.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Compartilhar.
Do pouco que faço muito tem o seu dedilhar
da felicidade que resplandece em mim, reflete em você,
o nosso cuidar,às vezes desço, revejo, endureço o meu questionar,
outrossim o seu não dará,
CASO enrubesço, deleita seu gargalhar,
no pronto, percebo meu olhar,
não passa despercebido o nosso cuidar,
amanheço com o teu tocar,
anoiteço com o preocupar,
no tropeço, quando há, tem gracejo o teu me levantar,
Sinto assim, imagino sem poder descrever
o que não se passa aqui.
turbilhões tomam conta de mim
sensações que não podes imaginar,
Sinta-se assim
doa-se assim,um vendaval envolta de mim
tudo é intenso, aflora o desejo, não cabe o amar
explode no peito,intensamente se faz no respirar,
sentir...a gota que se encontra no aprofundar,
pequeno detalhes marcam o seu gostar.
Carla R. Souza
da felicidade que resplandece em mim, reflete em você,
o nosso cuidar,às vezes desço, revejo, endureço o meu questionar,
outrossim o seu não dará,
CASO enrubesço, deleita seu gargalhar,
no pronto, percebo meu olhar,
não passa despercebido o nosso cuidar,
amanheço com o teu tocar,
anoiteço com o preocupar,
no tropeço, quando há, tem gracejo o teu me levantar,
Sinto assim, imagino sem poder descrever
o que não se passa aqui.
turbilhões tomam conta de mim
sensações que não podes imaginar,
Sinta-se assim
doa-se assim,um vendaval envolta de mim
tudo é intenso, aflora o desejo, não cabe o amar
explode no peito,intensamente se faz no respirar,
sentir...a gota que se encontra no aprofundar,
pequeno detalhes marcam o seu gostar.
Carla R. Souza
Compreendo.
Compreendo,deleito-me com seu anseio de se dar
Esvazio teu peito do silêncio ao qual se encontrará quando se libertou
Caio em teu amor, de braços abertos, oferto uma flor,
suavemente encontro seu jeito pronto a se entregar
amar,amores, se amar
rubores,deleita-se ao teu entrelaçar,
como não poder ao seu jeito se esquivar,não há!
Receio não sabe o que é viver ao seu peito,não sabe te encontrar,
Mudaste drasticamente,ao pedido do verdadeiro amar,
Sabe que não existe meio termos quando cavalga em seu buscar,
AH! flores em cada caminhar,
e um terno e sincero laço no falar.
Doçura, coração não quer se largar,
Suave, reciprocidade caminham ao teu querer
vc...
parte de um todo
todo viver,
compreendo o seu ser.
Carla R. Souza
Esvazio teu peito do silêncio ao qual se encontrará quando se libertou
Caio em teu amor, de braços abertos, oferto uma flor,
suavemente encontro seu jeito pronto a se entregar
amar,amores, se amar
rubores,deleita-se ao teu entrelaçar,
como não poder ao seu jeito se esquivar,não há!
Receio não sabe o que é viver ao seu peito,não sabe te encontrar,
Mudaste drasticamente,ao pedido do verdadeiro amar,
Sabe que não existe meio termos quando cavalga em seu buscar,
AH! flores em cada caminhar,
e um terno e sincero laço no falar.
Doçura, coração não quer se largar,
Suave, reciprocidade caminham ao teu querer
vc...
parte de um todo
todo viver,
compreendo o seu ser.
Carla R. Souza
terça-feira, 5 de julho de 2011
Vocabulário da Vida.
Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.
Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.
Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.
Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.
Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.
Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.
Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.
Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.
Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.
Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossas mãos e recomenda cuidá-la.
Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.
Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.
Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, estando apressado, não reclama.
Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.
Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.
Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.
Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.
Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.
Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.
Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.
Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.
Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.
Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.
Perdão: É uma alegria que a gente dá e que pensava que jamais a teria.
Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.
Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.
Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.
Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.
Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.
Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.
Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.
Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.
Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.
Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.
Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.
Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra; geralmente pior.
Do Livro: O Homem que Veio da Sombra
Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro
“O silêncio e a tolerância são o vinho dos fortes, a reação impulsiva é a embriaguez dos fracos. O silêncio e a tolerância são as armas de quem pensa, a reação instintiva é a arma de quem não pensa. É muito melhor ser lento no pensar do que rápido em machucar.”
(Augusto Cury – O código da inteligência)
O amor a si mesmo.
Aprendemos desde cedo que amar a si mesmo é uma forma de egoísmo ou egocentrismo.
A grande maioria de nós não conhece o amor verdadeiro, o amor recebido por sermos exatamente o que somos o amor que tem o poder de aquecer nossos corações e nos colocar em contato com nossas almas.
Nascemos e aprendemos uma série de coisas a respeito da vida e muitas vezes nos ensinam coisas a respeito de nós que, somente quando adultos percebemos que grande parte do que aprendemos é reflexo das fantasias e frustrações de nossos pais.
Crescemos pressionados pela necessidade de atender anseios que não são nossos, de cumprir funções e tarefas que não contém nem uma gota sequer de identificação com o que de fato somos ou queremos para nós. Como sobrevivemos a tantos padrões, tantos recalques e frustrações, tanta angústia?
Aprendemos sim a sufocar nossos desejos mais caros, nossos mais belos sonhos, nossas mais raras fantasias, em nome da aceitação, da sobrevivência, da necessidade de sermos aceitos e amados. E assim aprendemos a respirar pouco, a não exteriorizar nossos desejos, a não nos amar de fato.
Todos possuímos marcas profundas em nossos corações produzidas pelo desamor e pela falta. Até o dia que tudo em nós começa a adoecer. Nossos olhos perdem o brilho e nossa vontade se enfraquece. Como amar a si mesmo? Como faço isso?
Amar a si mesmo é como uma viagem de aventuras, de descobertas, pelo menos deveria ser. É uma tarefa dolorosa muitas vezes, pois nesse percurso quase sempre nos deparamos com todos os limites que impusemos a nós, por não acreditarmos em nossas capacidades, em nossos verdadeiros potenciais, por termos paralisados de medo de viver e de morrer.
Amar a si mesmo é muito, muito difícil, porque quase sempre esbarramos em estereótipos criados pelo status que, por antigas vozes e olhamos no espelho na tentativa, às vezes desesperada, de entender e quem sabe descobrir alguma qualidade que mereça admiração. Mas muitas vezes encontramos somente o desespero e a tristeza, resultado do vazio que inventaram e chamaram de vida.
A maioria das mulheres aprendeu durante sua história a amar seus filhos, seus maridos, seus pais, a Deus, mas nunca a si mesmas. Muitas mulheres ainda hoje buscam em si a imagem da mulher ideal para que lhes seja permitido o amor. E os homens, assim que nascem aprendem que, para serem honrados como homens devem amar e sustentar suas famílias, seus pais e seus trabalhos.
Aprenda a amar a si mesmo, não um amor narcisista, mas o amor e o respeito gentil àquilo que você é e ao Deus que vive aí dentro. Aprenda a ser amoroso consigo a se fazer mais carinho, a permitir fazer o que gosta, a se olhar como um ser sagrado que é. Quando não ama a si mesmo, torna-se um mentiroso com relação ao amor maior.
Não permita que outros te façam sentir menos do que realmente é: um ser sagrado. Aprenda a se amar, sinta a energia que pulsa em torno de si, procure observar suas reações, sentimentos e pensamentos e transforme-os, caso estejam impregnados de desamor. Esqueça tudo o que ouviu a seu respeito e construa uma opinião própria, agora baseada na consciência, no auto-conhecimento e na auto percepção. Comece o dia agradecendo quem é, o que conseguiu com seus esforços. E se ainda não se sente como gostaria, pare neste exato momento de focar sua energia naquilo que não conseguiu na falta, nos buracos que a vida deixou pela ausência absoluta de amor e consciência.
Olhe sem medo para o que deseja ser e fazer, e planeje a forma que deseja construir de fato a sua felicidade. Você já se condenou demais, pare já de se machucar, auto-punir, culpar. Quando você se olha e enxerga além de seu corpo físico, consegue entender que todo Universo é feito da mesma energia e que fazemos parte desse Todo, o auto-respeito e o amor próprio começam a brotar como uma plantinha pequena e delicada dentro de seu coração.
Compre uma imensa tela e comece a pintar a sua nova história que começará a ser criada quando você decidir arregaçar as mangas e começar a trabalhar na construção de uma nova realidade. Você só precisa acreditar que tem esse poder e se permitir, por amar a si mesmo, uma vida repleta de paz, amor, saúde e prosperidade.
Ame-se e seja quem realmente é!
(Retirado de um texto de Helena Martins Daniel)
sábado, 2 de julho de 2011
Sentimentos
SAUDADE
é quando, o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue;
LEMBRANÇA
é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo;
ANGÚSTIA
é um nó muito apertado bem no meio do sossego;
PREOCUPAÇÃO
é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento;
INDECISÃO
é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa;
CERTEZA
é quando a idéia cansa de procurar e pára;
INTUIÇÃO
é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido;
PRESSENTIMENTO
é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista;
VERGONHA
é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora;
ANSIEDADE
é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja;
INTERESSE
é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento;
SENTIMENTO
é a linguagem que o coração usa quando precisa mandar algum recado;
RAIVA
é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes;
TRISTEZA
é uma mão gigante que aperta seu coração;
FELICIDADE
é um agora que não tem pressa nenhuma;
AMIZADE
é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros;
CULPA
é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia;
LUCIDEZ
é um acesso de loucura ao contrário;
RAZÃO
é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato;
VONTADE
é um desejo que cisma que você é a casa dele;
PAIXÃO
é quando apesar da palavra ‘perigo’ o desejo chega e entra;
AMOR
é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Carla R. Souza.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Forasteiro interno
Ao bem é que ao certo não se sabe o que isso resultou
Se foi um lance que a outro levou
O que na hora agora, sim ou não, em que lado ficou o fim não alterou
Agora o desperdiçar logo se evidenciou
Dá para ver nas manchetes os “óóó”
O povo todo já se posicionou
Alguns já praguejaram, odiaram e alguns gatos pingados fingiram não perceber
O que estava a acontecer
Não meio desta disputa quem não escutou
Aos quatro ventos, a mesmice fala perfurar
Até quem não estava a par, passou a se inteirar
A se perguntar: Será que vai colar?
Despercebida alguém gritou, imaginou fielmente transparecer o quê...
Supostamente estava para ser resolvido
Virou notícia de um pasquim fraudulento
Crônica de um coitado fanfarrão
Desacreditado, meio atarantado
Saiu atordoado
Seu furo era página global
Talvez não! Isso seria colossal.
Entraria para os “anais” interpretativos
Alguns de novo, somente queriam entender, por quê?
O LADRÃO saiu escorraçado
Sem não ter um arranhão
Desgarrado!
Tentou aplicar seu novo discursar
O que no início trouxe saciedade
E também impunidade
Aos poucos que incrédulos
Conheciam o gatuno ensaiar o seu NÃO SE IMPORTAR
Reconheciam que se engabelava ao tentar deixar de cuidar
Do que é seu
E ao outro só querer furtar o que não aprendeu cultivar.
Carla R. Souza
Quimera.
Quisera estender o querer para não querer ser
O que quisera não acolher
Trazendo o som tardio e febril de não expor o ser
Quando tentardes lhe apunhalar o retardares
Não desfalecera os rumores
O cambalear dos sabores
Ditores do sabor do desamor que trazes em entranhar
Rubores do não se perdoar
E passara sem se ver
Talvez nem perceber que o que contempla não está lá
Encabular-se-á em fel
Doce praguejar
Em tentar sufocar
O que insiste em latejar
Doer, repudiar, arrancar
Tão logo transfigurar
E se notar
Assim sairá ali
Um enorme ARREPENDIMENTO
De não ter tentado mais
Irremediável será
O que agora o tempo levou
Ontem passou
Contudo em si chamusca inesquecível
Brota imensamente
Tal qual não consiga desvincular
Por toda a vida se arrependerá
Agora
Pronto
Está
Feito
Carla R. Souza.
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- Martelo das Feitiçeiras.
- O caçador de Ppas.











