Ao bem é que ao certo não se sabe o que isso resultou
Se foi um lance que a outro levou
O que na hora agora, sim ou não, em que lado ficou o fim não alterou
Agora o desperdiçar logo se evidenciou
Dá para ver nas manchetes os “óóó”
O povo todo já se posicionou
Alguns já praguejaram, odiaram e alguns gatos pingados fingiram não perceber
O que estava a acontecer
Não meio desta disputa quem não escutou
Aos quatro ventos, a mesmice fala perfurar
Até quem não estava a par, passou a se inteirar
A se perguntar: Será que vai colar?
Despercebida alguém gritou, imaginou fielmente transparecer o quê...
Supostamente estava para ser resolvido
Virou notícia de um pasquim fraudulento
Crônica de um coitado fanfarrão
Desacreditado, meio atarantado
Saiu atordoado
Seu furo era página global
Talvez não! Isso seria colossal.
Entraria para os “anais” interpretativos
Alguns de novo, somente queriam entender, por quê?
O LADRÃO saiu escorraçado
Sem não ter um arranhão
Desgarrado!
Tentou aplicar seu novo discursar
O que no início trouxe saciedade
E também impunidade
Aos poucos que incrédulos
Conheciam o gatuno ensaiar o seu NÃO SE IMPORTAR
Reconheciam que se engabelava ao tentar deixar de cuidar
Do que é seu
E ao outro só querer furtar o que não aprendeu cultivar.
Carla R. Souza


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