Os olhos que te olham
Serão os que te condenam
De fatos
Não são os seus
Os deles serão pautados de credibilidade
Quando julgares
Passaram imparcialidade
A boca que eleva o som
Será “discordial”
Não terás contendas
e sobreporá ao teu julgar
o receio que chegará
trará um lastimar
que ecoará em seu ser
não passará sem estragos fincar
e daí?
Tome a tua caminhada e retorne de cabeça erguida
Os que falam não têm vida,
Segue o teu andar
Só um ser tem que te condenar
E deixa para lá
Carla R. Souza

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