APENAS UM
longe de tudo
perco o cais
sou lembrança da fotografia
passado apagado
deixado para trás
e estar em mim
não sinto mais
amanheço,adormeço e recomeço
mil coisas sem saber
sensações nas quais não meço
na tempestade revejo
solidifico o concreto
sensações disfeitas
um mero desengano
e nada mais
navegar em mim
tem que ser de coração
POIS,se não há ato não há de fato
tempestade sem remexer o que podes não ser
no transparecer permaneço intacta.
Carla R. Souza

Nenhum comentário:
Postar um comentário